terça-feira, 7 de junho de 2011

Os celulares causam câncer? E na dúvida, como se prevenir?

Esta semana uma notícia assustou muita gente. A OMS, a Organização Mundial de Saúde, anunciou que a radiação dos telefones celulares pode causar câncer cerebral em seres humanos. Assusta mesmo! Segundo os estudos, o uso do celular por mais de 30 minutos por dia, durante dez anos, aumenta em até 40% o risco de uma pessoa desenvolver um tumor cerebral. "Nos últimos 10/15 anos, o volume de radiação eletromagnética que o ser humano está sofrendo, vindo de fontes diversas, não tem precedente na história da humanidade", afirma Marcelo Zuffo, professor da Escola Politécnica da USP.

A equipe de cientistas decidiu fazer o alerta depois de analisar estudos revisados por especialistas sobre a segurança de telefones celulares. Foram encontradas provas suficientes para classificar a exposição às radiações do celular como "possivelmente cancerígena". Ainda que seja só um alerta, é melhor a gente começar a se cuidar. Afinal, só teremos certeza disso daqui a alguns anos. Enquanto isso, a gente pode manter o telefone celular longe da cabeça de duas formas: usando o viva voz ou um fone de ouvido. "Mas não use o fone bluetooth, que também é um elemento irradiante de energia eletromagnética", complementa o professor.

Em resposta à OMS, os fabricantes de celulares disseram que os aparelhos não causam câncer por produzirem ondas de radiação “não-ionizada”, ou seja, fracas demais para causar danos a um DNA. Só o tempo dirá quem tem razão.

TVs 3D: tudo o que você precisa saber sobre a tecnologia

É verdade, a gente já ouviu e falou bastante de TVs 3D por aqui. Testamos e, no começo do ano, chegamos até a consultar nossa “bola de cristal” para saber se a novidade ia decolar ou não. O sucesso da tecnologia ainda é uma grande dúvida, mas alguns novos recursos estão chegando ao mercado para tentar dar impulso à nova onda.

Antes de entrar em detalhes, vamos entender um pouco mais o 3D. Na verdade, a terceira dimensão não passa de uma ilusão da nossa mente. E isso só existe graças a um fenômeno chamado estereoscopia. Trata-se da projeção de duas imagens da mesma cena, mas com diferentes pontos de vista. Com a ajuda de óculos especiais, nosso cérebro transforma as duas imagens em uma só e, a partir daí, temos a sensação de profundidade, distância e tamanho dos objetos: é a mágica do 3D!

A tecnologia é bem legal, mas, hoje, uma das maiores barreiras para as TVs 3D é a falta de conteúdo. A tecnologia desembarcou no Brasil há pouco mais de um ano e, até agora, apenas uma emissora de TV aberta transmite em 3D. E nem tudo é gravado em três dimensões, não; muita coisa é convertida com a ajuda de softwares.  

"Tem um ganho de qualidade quando você grava em 3D. Mas a transformação em 3D também atende a qualidade. É como o que se vê no cinema", explica Kalled Adib, superintendente de operações da RedeTV!.

Nesta mesma direção, as novas TVs 3D vêm com um conversor integrado, ou seja, com o clique de um botão, é possível assistir qualquer programação normal em 3D. Ok, mas outro grande problema para alavancar a venda de TVs 3D no Brasil é o preço! Custa caro; em média, um aparelho não sai por menos de cinco mil reais. Como em toda tecnologia nova, os fabricantes prometem que a queda de preços é mera questão de tempo.

"A tendência é que, com a chegada de novas tecnologias, os preços das TVs 3D se acomodem à realidade do consumidor. Hoje, se a gente mexe no preço de um produto, a gente mexe na cadeia

http://olhardigital.uol.com.br/produtos/central_de_videos/tvs_3d_descubra_o_que_voce_precisa_saber_sobre_essa_tecnologia